quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Teixeira: de Pacata à Violenta

       Não existe mais hora nem local. Seja nas ruas, praças, em veículos particulares, no transporte coletivo e até mesmo dentro de casa, a sensação de insegurança dos teixeirenses é generalizada.

        Quem trabalha no comércio também vive em constante clima de tensão. A cada novo cliente que entra é um sobressalto, pois não se sabe ao certo quem está entrando, cliente ou assaltante. 
         A Praça de Teixeira, espaço que deveria ser ocupado pela população, como ponto de encontro, está ficando vazia pela sensação de insegurança.  A situação se agrava ainda mais, pois, não existe uma guarda publica.
           Não temos só o medo de roubo ou golpe, mas também na qualidade dos sentimentos das pessoas. As pessoas estão perdidas e confusas, com desejos estranhos e atitudes conturbadas. Cadê o conteúdo, a inteligência, a consistência, a ética, a conduta, o carinho e o afeto pelo próximo, o respeito, os valores e o amor?
        Por mais que se veja policiais nas ruas, veja o trabalho presente no dia a dia, consideramos que isso não dá mais medo nos assaltantes, na sua maioria jovens infratores.
          Certamente na sua cabeça já se passou, “E o que podemos fazer?”, infelizmente querido leitor, Nada! Pois não podemos aplicar do ditado “Olho por olho, dente por dente”, porque sabemos que nossas leis são outras, não podemos cobrar das forças competentes pois os mesmos já fazem o que estão ao seus alcances, com exceções que conhecemos bem. Enfim, o que resta a nós população é acreditar que um dia isso vai melhorar, ou mesmo apostar em orações.
          Que possamos juntos dizer “SIM!” a Paz e “NÃO!” a violência urbana fazendo assim nossa Teixeira voltar a como um dia nunca deveria ter deixado de ser, Uma cidade calma e pacata.

 Vitinho Galdino- "O foco de um cidadão nos acontecimentos atuais"

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